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REBECCA FONTAINE-WOLF

Atualizado: Abr 9


Rebecca Fontaine-Wolf (UK - Germany)

O trabalho de Rebecca é principalmente figurativo, com foco em autorretratos e representações de mulheres em seu entorno direto. Através desta lente subjetiva ela cria uma exploração íntima das experiências vividas da feminilidade, tanto em termos de sua realidade visceral imediata, quanto em suas implicações sociais.


Rebecca work is primarily figurative, focusing on self-portraiture and depictions of women in her direct surroundings. Through this subjective lens she creates an intimate exploration of the lived experiences of womanhood, both in terms of their immediate visceral reality as well as their societal implications.



Quem é a Rebecca Fontaine-Wolf?

Who is Rebecca Fontaine-Wolf?


Nasci na Austrália e fui criada entre a Alemanha e o Reino Unido. Como em muitas outras famílias que vivem entre várias culturas, sempre tive o sentimento de viver entre os diferentes mundos. Entre diferentes identidades, costumes, idiomas e modos de ser. A maioria da minha prática artística tem origem nessas impressões pessoais. Crescer em uma família predominantemente feminina e ter uma mãe e uma tia, ambas pintoras de retratos, deixaram-me fascinada pela forma humana. Em criança, estava sempre desenhando e pintando personagens femininas mitológicas, e com o tempo essas imagens idealizadas de mulheres evoluíram. Tornou-se um veículo através do qual exploro temas acerca da identidade, mortalidade e desejo.

Born in Australia and raised between Germany and the UK. Like many others whose families have mixed heritage, there’s always been a sense of living between worlds for me. Between different identities, customs, languages and ways of being. Most of my art practice originates from these personal impressions. Growing up in a predominantly female family, and having a mother and aunt who are both portrait painters set me up with a fascination for the human form. As a child I was always drawing and painting mythological female characters, and over time these idealised images of women evolved. They became a vehicle through which to explore themes of identity, mortality, desire and a search for meaning in itself.



O que te levou a criar arte?

What drives you to create art ?


É a minha maneira de preencher a lacuna entre o pessoal e o universal. Isso dá-me uma maneira de me aprofundar nas implicações do que significa ser mulher física, simbólica e culturalmente, e de expressar isso através da criação de um clima. Uma impressão, com a qual nos podemos relacionar a um nível instintivo, e não analítico.


It is a way of bridging the gap between the personal and the universal. It gives me a way to delve into the implications of what it means to be a woman, physically, symbolically and culturally, and to express this through the creation of a mood; An impression, which we can then relate to on an instinctual rather than an analytical level.



O que pretendes alcançar com a tua pintura?

What is it you try to achieve with your paintings?


O meu principal objetivo é atrair algo para o espectador, algo que talvez ele nem consiga articular… mas também quero explorar e compartilhar as experiências das mulheres. Criar imagens nas quais as mulheres se possam reconhecer. Imagens onde elas se possam sentir vistas, celebradas, em vez de objetivadas.


Primarily my aim is to stir something within the viewer, something which they might not even be able to articulate themselves, but I also want to explore and share women’s experiences. To create images which women can recognize themselves in. In which they can feel seen, celebrated and empowered rather than objectified.



“Between Worlds” ( 2020)? O que significa para ti?

"Between Worlds" (2020)? What does it mean to you?


Os temas para cada corpo de trabalho evoluem organicamente, e sempre refletem uma parte de mim naquele momento no tempo. Para mim, este tema é sobre a experiência de estar num espaço liminar. Tratam-se de transições entre diferentes estágios da vida e da natureza cíclica da corporalidade das mulheres.


The themes for each body of work evolve organically and always reflect a part of myself in that moment in time. For me, this theme is about the experience of being in a liminal space. It about transitions between different stages of life and the cyclical nature of women’s corporeality.



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