FREQUENTLY ASKED QUESTIONS: LUÍS MELO

January 30, 2018

A exposição ”PRETÉRITO(IN)PERFEITO” de Luís Melo apresenta um conjunto de trabalhos que dão continuidade à sua última exposição individual, realizada em 2016 no Porto.

Segundo o artista, esta exposição é um exercício de pintura e estética, uma busca permanente de algo mais na linguagem do seu trabalho. Um fugir à estagnação.
 

 

 
FREQUENTLY ASKED QUESTIONS

SOBRE LUÍS MELO

 

 

O que esperas da tua pintura?

Pinto para mim! ...sobretudo para mim, pelo prazer de pintar e pelo desafio em si.

Para mim cada exposição é um exercício de pintura e de estética. Busca permanente de algo mais na linguagem estética do meu trabalho. Fugir á estagnação.

Não vou nem quero fundamentar o que faço com tratados de arte, analises de críticos ou de outros conhecedores de arte. Também me ultrapassam as cotações de mercado. Mais importante é que faço aquilo que gosto e que possa haver alguém que adquire algo meu pelo prazer de o ter, de se apaixonar por algo que fiz.

A arte deve viver sobretudo de paixões.

 

 

Como te surgem as ideias para os novos trabalhos?

Muitas vezes associam o meu trabalho aos contos de fadas e ao fantástico, mas não encontro, neste momento, uma necessidade de o justificar. Nem sequer com contos de fadas. Já o foi! Neste momento procuro outras linguagens, outras histórias que não serão de fadas nem nada que se lhe pareça!

“O lobo é sempre mau na versão do capuchinho vermelho!”

 

 

Fala-me sobre o papel das “fotos antigas “no teu trabalho.

Fazem constantemente perguntas sobre as fotos antigas. É algo que intriga muito quem vê o meu trabalho. Não foi algo calculado, mas que surgiu aos poucos e sem razão aparente. Não, não são familiares. Para mim são os esquecidos, descartados por falta de espaço, tempo, gosto ou até respeito. São adquiridas nas feiras por aqueles que se descartam destas memórias que tiveram a sua importância ou o seu momento.

 

 

Cadeiras…tesouras…Porquê?

De onde surgem as cadeiras, as tesouras…Porquê? Como? Quando e para quê?

Posso até referir a simbologia que lhes estará colada. Será inevitável associar a cadeira ao sentar, esperar. Já a tesoura dará uma leitura imediata de cortar com algo. E mesmo que este possa ser um objeto considerado como algo violento, rapidamente as interpretações irão ao encontro desta metáfora.

Nada tem que ser negativo nem final! Tudo pode ser um recomeço.... Um cortar com o passado.... esperar algo que não chega…esperar pelo que ainda não está...... poderiam ser estas as explicações mas…. não devo responder, nem retirar a magia.

 

 

 

 

 Ver mais: "Pretérito[In]Perfeito" | Exposição individual de Luís Melo

 

 

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