MISTÉRIO
S O B R E
MISTÉRIO
22 MAI - 18 JUN, 2015 
HÉLIO CUNHA
LISBOA, PORTUGAL

Em 1978 viveu em Inglaterra onde iniciou estudos e experiências no domínio das Artes Plásticas.

 

A partir de 1982 realizou 39 exposições individuais e participou em mais de 100 colectivas.

 

Mencionado no London Public Cataloghe Foundation, BBC websiteYour Paintings, Wikipédia e em diversas publicações nacionais de Artes Plásticas.

 

Está representado no Museu do Chiado, Fundação Oriente, Fundação Cupertino de Miranda, Walsall Metropolitan Museum em Inglaterra, Museu de Arte de Luanda, Museu Estadual do Recife  no Brasil e  Museu de Arte de Macau na Républica Popular da China.

 

Dedicaram textos ao pintor e à sua obra Aida Sousa Dias, Antonieta Castro, António Valdemar, António Victorino d’ Almeida, Cruzeiro Seixas, Edgardo Xavier, Eduardo Nascimento, Eurico Gonçalves, José Man, Manuel Bontempo, Margarida Botelho, Margarida Madruga, Maria João Bual, Rosa Lapinha, Rui-Mário Gonçalves, Mestre Soares Branco e Victor Lages.

 

 

In 1978 he lived in England where he began studies and experiences in the field of Fine Arts.

 

From 1982 he held 39 solo exhibitions and participated in over 100 collective.

Mentioned in the London Public Cataloghe Foundation, BBC websiteYour Paintings, Wikipedia and several national publications Fine Arts.

 

Represented in the Chiado Museum, Orient Foundation, Cupertino de Miranda Foundation, Walsall Metropolitan Museum in England, Art Luanda Museum, State Museum of Recife in Brazil and Macau Museum of Art in the Republic of China.

 

Texts devoted to the painter and his work of Aida Sousa Dias, Antonieta Castro, António Valdemar, António Victorino d 'Almeida, Cruzeiro Seixas, Edgardo Xavier, Eduardo Nascimento, Eurico Gonçalves, José Man, Manuel Bontempo, Margarida Botelho, Madruga Margaret, Maria João bual, Rosa Lapinha, Rui-Mario Gonçalves, Master Soares White and Victor Lages.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

(...) O grande acto é o de acrescentar mistério ao mistério. Sem mistério morreríamos de sufocação. O que exijo vai para além da imaginação, é a memória multissecular, a memória cósmica. A verdade é que não se pode olhar uma destas telas sem reagir. É tão excessiva a força das imagens, que por vezes se aniquilam entre si. Esta forma de lucidez leva à desesperança e à revolta; caminhamos para a tensa linha do horizonte, sempre em fuga. Há que tomar em conta esta obra obsessiva, como há que tomar em conta a sua perfeita execução técnica. A soma destes elementos não pode deixar de ser notada, trazendo-nos à memória o espaço imenso da floresta surrealista.

 

Cruzeiro Seixas

 

 

 

(...) The great act is to add mystery to the mystery. No mystery die of suffocation. What I demand goes beyond imagination is the centuries-old memory, the cosmic memory. The truth is that you can not look of these screens without reacting. It's so over-the power of images, which sometimes annihilate one another. This form of clarity leads to despair and revolt; We walked to the tense skyline, always on the run. It is necessary to take account of this obsessive work as is necessary to take into account its perfect technical execution. The sum of these elements can not fail to be noticed, bringing us to mind the immense space of surreal forest.

 

Cruzeiro Seixas

 

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