FRANCISCO EDUARDO
LISBOA (PORTUGAL)

Formado pela Universidade de Belas Artes do Porto.

Trabalhou em agências de publicidade como designer gráfico, ilustrador, criativo, copywriter e director de arte durante 9 anos. Continuou o seu trabalho como freelancer de sucesso até ao nascimento do seu filho

 

Já realizou exposições individuais e colectivas com os seus desenhos, filmes e arte. Actualmente trabalha na agência de publicidade Funnyhow.

Ama o desenho, o filme com grão, o pai e a mãe, os irmãos, o filho, os amigos e os bichos.


Exposições de Francisco Eduardo:

 

“Olha lá” Exposição Colectiva, 2004, Porto.

 

“The Great Pretender” Wasser Bassin, 2005, Porto.

 

“The Winner Takes It All” Exposição Colectiva, O Senhorio, 2006, Porto.

“Melhor exposição do bairro” Galeria Forma Cita, 2007, Miguel Bombarda, Porto.

 

“Projecto Individual” (o artista trocou as 16 faixas exteriores das galerias da rua Miguel Bombarda que resultou numa inauguração simultânea do nome Francisco Eduardo

em todas as galerias) Miguel Bombarda, 2008, Porto.

 

“Ao Meiínho com João Fernandes” Museu de A.C. da Fundação de Serralves, 2008, Porto.

 

“Tournée” Dama Aflita, 2009, Porto.

 

“Espero ter uma dimensão política” Espaço Campanhã, 2010, Porto. 

 

“Espero ter uma dimensão política II” Museu de Santa Joana, 2010, Aveiro. 

 

“Expedição” Exposição Colectiva, Maus Hábitos, 2013, Porto. 

 

“Expedição / Full of truth” Passos Manuel Cinema, 2013, Porto.

 

 

 

LEI DO MENOR ESFORÇO
 
2 SET - 4 OUT , 2016

“O que leva o muito, leva o pouco filho.” Diz a minha prima quando fala dos tachos.

De facto um tacho grande dá para fazer muito arroz mas também dá para fazer pouquinho. Porque é que eu hei-de encher o tacho? (questão.) As folhas de papel grandes, são

exactamente a mesma coisa. Querendo, posso fazer um desenho grande. São opções.

 

“Lei do menor esforço” são desenhos muito pequeninos em folhas grandes.

Esforcei-me propositadamente muito pouco na concretização dos desenhos (1 hora por desenho).

É o culminar de um pensamento que me acompanha desde os meus tempos de estudante universitário: gostava de ser o primeiro homem a descer para o Everest (de paraquedas imagino).

Não podia correr o risco nesta exposição, que a crítica viesse a afirmar “ele podia ter-se esforçado menos” e então optei, no quadro maior, por aumentar apenas o tamanho da folha deixando

o desenho ao centro igualmente pequenino. Por último optei mesmo por não fazer

o desenho que tinha pensado: a ponta de um corno.

 

 

 

“Where you can fit a lot, you can fit a little”. Says my cousin when she talks about kitchen pots. 

In fact, you can cook a lot of rice in a large pot but you can also cook just a little. Why do I have

to fill up the whole pot? (question.) Large sheets of paper are exactly the same thing. I can draw something big, if I want. It’s an option.

 

“Law of minimum effort” is composed by very small drawings in large sheets of paper.

I purposely made almost no effort to make these drawings (1 hour per drawing).

It’s the culmination of a thought that’s been following me since I was a college student: I’d like to be the first man to descend to the Everest (with a parachute, I imagine).

In this show I couldn’t risk the critics claiming “he could have made less of an effort”, so for the larger picture, I decided to only enlarge the sheet’s size, leaving the drawing in the center as small as the others. For the last picture I even decided not to do what I had in mind: “the tip of a horn”, which translated to english means “absolutely bugger all”.


 

Francisco Eduardo

 

OBRAS DISPONIVEIS PARA VENDA

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Rua Dona Estefânia 157 C, Lisboa, Portugal | GPS: 38.732722, -9.141149 | T: +351 214 055 054 | info@espacoexibicionista.com

 

SEG-SEX: 11:00 - 20:00 | SAB: 11:00 - 18:00